4 formas de Tratamento para Parkinson

4 formas de Tratamento para Parkinson

4 formas de Tratamento para Parkinson

A Doença de Parkinson é uma condição relativamente comum caracterizada como uma doença degenerativa e progressiva que afeta o cérebro. Estima-se que 6 milhões de pessoas, hoje em dia, sejam portadoras dessa condição.

Seu principal sinal é tremor dos músculos e o aumento da rigidez dos músculos. Além disso, pessoas acometidas por essa doença podem demorar para realizar movimentos voluntários e permanecer equilibradas. O pensamento também pode ser afetado.

É uma condição que aparece, na maioria das vezes, entre os 50 e o 79 anos, com baixa incidência em crianças ou jovens. Infelizmente, não existe uma forma de prevenção e nem de cura atualmente. O que se sabe é que pessoas com melhores condicionamentos físicos e que praticam mais atividades físicas estão menos propensas à doença.

As causas podem ser mutações genéticas, consideradas incomuns ou mesmo fatores ambientais. Exemplo desses fatores são contatos com substâncias tóxicas, pesticidas e metais pesados. O que se sabe é que esses materiais podem estar relacionados à morte dos neurônios que produzem a dopamina e que são afetados em um paciente de Parkinson.

Basicamente, essa doença afeta a parte do cérebro responsável pelos movimentos que, por sua vez, são alterados e geram sintomas identificados pelos profissionais para o diagnóstico. Esses prejuízos causados ao paciente fazem com que tarefas cotidianas sejam dificultadas e até mesmo impedidas.

A Doença de Parkinson é causada quando uma parte do cérebro é degenerada. Os neurônios vão morrendo e o cérebro não possui tanta dopamina, que faz com que as células que cuidam do movimento se comuniquem.

O tratamento pode ser realizado com alguns medicamentos e a cirurgia pode ser um auxílio bem importante. No entanto, não existe uma cura permanente, considerando que a doença progride até causar imobilização total do paciente.

O objetivo dos médicos é retardar a evolução dos sintomas, fazendo com que o paciente possa ter uma vida não tão prejudicada pela condição que apresenta.

Nenhum desses métodos é considerado isoladamente, mas sim, todos eles devem existir em conjunto. Além de tudo, é recomendável que o portador de Parkinson consiga seguir vários tratamentos diferentes, para que se complementem. Existem quadros diferentes da doença e, por isso, eles precisam ser avaliados cuidadosamente para que seja encontrada a melhor forma de tratamento. A fisioterapia aliada ao uso de medicamentos e ao acompanhamento psicológico, por exemplo, podem ser uma boa alternativa para minimização dos efeitos da doença.

Veja, a seguir, alguns métodos utilizados pela medicina para redução dos sintomas causados pela Doença de Parkinson.  

Mucuna:

4 formas de Tratamento para Parkinson 1
4 formas de Tratamento para Parkinson 5

essa é uma alternativa natural para tratar e diminuir a intensidade dos sintomas da Doença de Parkinson. É uma planta que cresce em regiões tropicais e subtropicais. Nas sementes, encontra-se uma substância nomeada levodopa, utilizada em diversos medicamentos para Parkinson.

É uma opção fitoterápica considerada mais barata e mais natural do que os remédios convencionais, que podem ter alto custo e não serem acessíveis a todos. Além disso, essa planta não possui tantos efeitos colaterais como os métodos tradicionais utilizados na condição dessa doença degenerativa.

Fisioterapia e fonoaudiologia:

4 formas de Tratamento para Parkinson 2
4 formas de Tratamento para Parkinson 6

Seguindo na linha dos tratamentos que não são considerados tão invasivos ou perigosos, existem duas terapias que podem auxiliar e muito a redução dos sintomas da Doença de Parkinson. A fisioterapia trabalha com os movimentos e pode ajudar o paciente a tentar manter a firmeza em algumas atividades. O objetivo é fortalecer o movimento dos músculos, melhorando as funções cognitivas e motoras do indivíduo.

Além das consultas com o profissional fisioterapeuta, é imprescindível que o paciente de Parkinson faça exercícios físicos regularmente. A fonoaudiologia, por sua vez, permite que o indivíduo acometido pela condição possa realizar sua comunicação sem tantas dificuldades.

Cirurgia: a cirurgia é a opção mais promissora para o tratamento da doença de Parkinson e gera resultados animadores. Basicamente, o que acontece é a prática da técnica de Estimulação Cerebral Profunda. Eletrodos cerebrais são implantados no paciente para que alguns sintomas sejam amenizados e retrocedam para quando não eram tão graves. O medicamento não deixa de ser tomado com a realização da cirurgia, pois são considerados métodos complementares.

O procedimento cirúrgico não é, no entanto, recomendado para todas as pessoas: indivíduos que se encontram em fases muito avançadas da doença, por exemplo, podem não corresponder ao procedimento da forma esperada.

Em geral, esse procedimento não é considerado invasivo e é realizado mediante anestesia local e apresenta baixo risco de complicações. É necessário que o paciente esteja acordado durante o processo para responder aos estímulos e executar os movimentos solicitados.

Uso de medicamentos:  

4 formas de Tratamento para Parkinson 3
4 formas de Tratamento para Parkinson 7

Alguns remédios convencionais são mais indicados para o tratamento da Doença de Parkinson. Mais uma vez, é importante ressaltar que nenhum deles cura a condição, mas ameniza os sintomas e faz com que a pessoa possa levar uma vida relativamente normal dentro das suas possibilidades.

Levodopa: a levodopa, presente na Mucuna, é um dos principais medicamentos utilizados para atenuação dos sintomas de Parkinson. Apesar de ser extremamente eficaz, essa droga possui efeitos diversos bastante significativos, o que faz com que ela não seja ideal para todos. A maioria das reações consiste em vômito e náuseas intensas.

Agonistas de dopamina: esse medicamento é responsável por estimular as partes do cérebro que estão ligadas à substância dopamina. Os agonistas de dopamina não são considerados tão eficientes como a levodopa, por exemplo, mas também apresentam menos efeitos adversos.

Inibidores da MAO-B: o objetivo dos inibidores da MAO-B é aumentar a neurotransmissão da dopamina. Eles fazem com que não haja o colapso dessa substância no cérebro, o que pode diminuir alguns sintomas apresentados pelos pacientes de Parkinson. Além disso, em fases mais avançadas da doença, eles corroboram para intensificar o efeito da levodopa, melhorando a eficácia desse medicamento.

Amantadina: esse medicamento, de primeira, teria sido desenvolvido para tratamento da gripe. Normalmente, em pacientes com Parkinson, ele também é combinado com a levodopa. Seu principal efeito é a diminuição dos tremores, sintomas bem expressivos e comuns da doença.

Apesar de não existirem fórmulas completas e 100% eficientes para a cura da Doença de Parkinson, diversos métodos conseguem aumentar a qualidade de vida dos pacientes. A tecnologia, inclusive, vem trabalhando constantemente para buscar uma alternativa mais eficaz.

ivan

Sou formado em administração logística e pôs graduado em finanças. Sou editor e consultor de seguros e planos de saúde.

This Post Has 3 Comments

  1. erotik

    There is perceptibly a bundle to realize about this. I think you made certain nice points in features also. Alli Allen Pirali

  2. yvxapggde

    Довольно интересно
    _________________
    [url=https://tr.onlinetoprealmoneygame.xyz/6660]youwin connect application [/url]

Deixe uma resposta